You are currently browsing the daily archive for Junho 11th, 2008.
Dois ali, que se esquartejaram pelo medo da perda.
Dois assim, que se perderam no tempo em esquartejo.
Cortejo. Sentimento cortês.
E um para o outro só haviam os dois mesmo,
o resto era azedo, displicência na guerra,
fuzil de avessos. Mas…
quando um era cego, o outro fazia-se conselho,
quando o outro era zero, o um fazia-se materno.
Dois velhos. Duas crianças. Uma dama e um cavalheiro.
Rei e rainha no deserto, espada e paus no se protejerem,
mas o perdido, o motivo do esquartejo, dois como eles
só podiam ser mesmo: ouros e copas.
