Dois ali, que se esquartejaram pelo medo da perda.

Dois assim, que se perderam no tempo em esquartejo.

Cortejo. Sentimento cortês.

E um para o outro só haviam os dois mesmo,

o resto era azedo, displicência na guerra,

fuzil de avessos. Mas…

quando um era cego, o outro fazia-se conselho,

quando o outro era zero, o um fazia-se materno.

Dois velhos. Duas crianças. Uma dama e um cavalheiro.

Rei e rainha no deserto, espada e paus no se protejerem,

mas o perdido, o motivo do esquartejo, dois como eles

só podiam ser mesmo: ouros e copas.